Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 50.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 12 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo

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Abaixo ao pessimismo alvinegro

A maneira como o Corinthians jogou mudou a maneira de alguns torcedores pensarem.

Escutei muitos comentários pessimistas de corintianos a respeito da final diante do Chelsea e isso me preocupa. O Chelsea é forte, mas é batível. E o Tite sabe disso e tem muitos créditos para nós confiemos no trabalho dele.

Afinal, quem mais levou o clube ao título da Libertadores? Ninguém mais. Foi o “gaúcho retranqueiro” que acabou com a neura alvinegra de nunca ter vencido o torneio sulamericano. E ainda tem muito mais motivos para acreditar no técnico do Timão, mas só esse basta.

O pessimismo é algo que machuca o ego e corintiano assim ninguém merece. Pessimista tinha que ser o palmeirense, que vê um clube totalmente em crise, assim como os alvinegros viram o clube em 2007.

Portanto, pensamento positivo e cabeça erguida para encarar o Chelsea, neste domingo, em Yokohama.

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Tite escondeu o jogo diante do Al Ahly

O treinador do Corinthians acha que engana quem? Todos os corintianos e estudantes da taticabilidade do técnico sabem que Tite não quis mostrar ao Chelsea todo o poder que o time dele tem. O gaúcho disse em entrevista coletiva outro dia:

– O bom treinador é aquele que se arrisca…

E o comandante alvinegro se arriscou nesta quarta-feira, diante do modesto egípcio Al Ahly. Discretamente, preferiu manter o mesmo esquema tático o jogo todo e assegurar a vitória simples, sem enormes dores de cabeça.

Alguns dirão que o atual campeão africano pressionou e quase empatou, mas tenho certeza que Tite sabia deste risco e da estabilidade que a equipe dele tem defensivamente. E o melhor: confiou. Adenor fez as substituições não para ampliar o marcador, mas para evitar levar gol. O fato de não ter colocado o meia Martínez em campo também prova que o técnico estava satisfeito com o que via em Toyota. O argentino iria pra cima do adversário e mudaria o rumo do confronto. E, claro, chamaria atenção de Rafael Benitez e companhia.

Neste domingo contra o Chelsea, é hora de se arriscar novamente e utilizar todas as armas e truques do Timão.

Sem medo, viu, Tite? Sem valorizar demais o clube inglês. Os milhares de corintianos no estádio e os milhões aqui no Brasil confiam no seu trabalho e a festa agora está nas suas mãos.

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Foto: IG

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Fuleco é nome perfeito para o Mascote da Copa 2014

Fuleco é o nome perfeito para o mascote da Copa do Mundo de 2014.

Afinal, a organização e preparação está meio fuleca mesmo. Os hotéis estão fulecamente preparados para receber a quantidade enorme de turistas. De maneira bem fuleca, os aeroportos estão se reformando e o sistema de transporte crescendo para aguentar a demanda.

É uma fulecagem total, amigo!

Além da infraestrutura fuleca demais até agora, vamos pensar na preparação da nossa Seleção Brasileira. Quando as coisas pareciam que estavam se encaixando, quando o time ganhava uma forma e um jeito de jogar, o fuleco do presidente da CBF, José Maria Marin, mandou o técnico Mano Menezes embora e desmoronou uma preparação. Pode dar certo? Pode, já que em todas as nossas cinco conquistas mundiais o treinador não ficou integralmente no período de preparação entre as copas. Mesmo assim, foi uma atitude bem fuleca do Marin, que teve outras oportunidades para demitir o Mano, mas preferiu com menos de um ano para o início da Copa das Confederações. É um fulecão esse Marin.

Portanto, Fuleco é quase que um tapa na cara da gente. De acordo com os autores do nome, quer dizer Futebol e Ecologia. Como disse um amigo meu, o nome do tatuzinho, que é bonitinho até, deveria ser “Tatudoerrado”. Mas dentre as opções “Amijubi” e “Zuzeco”, o Fuleco é sem dúvida o mais perfeito para representar o que foi feito até agora na organização da Copa do Mundo de 2014.

Antes que pensem que eu sou mais um chato do grupo pessimista, parem por aí. Acredito que vamos fazer uma Copa do Mundo fantástica dentro dos estádios e na hora da bola rolando.

Nos bastidores, nas redondezas, o Fuleco vai deitar e rolar, porque nossos organizadores são reflexo do nosso mascote.

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A nova torcida do São Caetano

Quinto colocado na Série B do Campeonato Brasileiro, o São Caetano tem um reforço importante e pouco conhecido publicamente. Não estou falando do atacante Danielzinho, que veio do rival São Bernardo, mas sim da torcida Comando.

Fundada em 1995, ela ganhou força em 2004, ano mais importante da história do Azulão e mais força ainda agora no fim da competição, com o acesso à Série A muito próximo. Eles chegam antes do jogo, arrumam as bandeiras, faixas, levam a bateria…

O grupo conta com muitos jovens apaixonados pela A. D. São Caetano. Galera de 20 e poucos anos. Não é o pessoal da Bengala Azul. Os velhinhos ainda têm bandeirão lá, mas quem apoia, canta e grita para os jogadores é a tal da Comando. Não sei quantos são, mas nesta tarde de sábado, quando o time empatou com o Goiás, tinha centenas de pessoas na arquibancada do Anacleto Campanella pulando, incentivado e, o que eu achei mais legal, respeitando.

Estive presente na festa da torcida do azulão e teve uma hora que alguns imbecis começaram a jogar copos de água em direçao ao campo e os torcedores começaram a repreender veementemente. Torcida de gente educada e que está lá para incentivar e não arrumar confusão.

E tem louco naquele bando também! Tem um cara lá que ficou quase que o jogo inteiro pendurado na grade! Deve ter dado uma dor no playground, hein?

O São Caetano soma 68 pontos, dois a menos que Atlético-PR e Vitória, que estão na Zona de acesso ao campeonato principal. Se quiser subir vai ter que vencer o Guarani, fora de casa, e obviamente torcer para que os rivais percam. O Furacão tem o clássico diante do Paraná. Já o Vitória pega o Ceará.

Um abraço.

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O novo rumo do Jornalismo Esportivo na TV

Nas extremidades: eu e Karla Saito, editores do BandSports e representantes da nova geração. No meio: Everaldo Marques e Conrado Giulietti, jornalistas da ESPN. Caras experientes que misturam muito bem humor, internet e Jornalismo. Foto tirada no bairro Bow, leste de Londres, no último dia dos Jogos Olímpicos de 2012

É inevitável, monstros experientes das redações! Não adianta vocês fazerem bico ou reclamarem. Tem que entrar na nova onda do Jornalismo Esportivo nacional.

Assim como tudo na vida, você aí que tem mais de 10 anos de redação na TV percebeu que as coisas mudaram muito e que, se não se adaptar, vai rodar. O Jornalismo Esportivo brasileiro está tomando um espaço muito maior do que antigamente, porque a tal globalização tornou o acesso às informações muito mais rápido do que antigamente. Não adianta querer tornar a informação esportiva algo muito mais sério, ranzinza. O negócio hoje é inovar, ser criativo e (sim, fique bravo) utilizar um ótimo senso de humor.

A “Geração Tiago Leifert” de jornalistas esportivos de TV, a que eu me incluo, é a nova onda. Nós não queremos algo chato, sério e complexo na televisão. Se você aí ainda não percebeu que esporte é entretenimento, lazer e diversão, vai ficar pra trás. Leia-se “ficar pra trás” como perda de audiência.

Mas tudo bem, você utiliza o argumento de que tem seu público e que muita gente ainda te assiste, ouve ou lê. Sim, mas não chega aos pés das estatísticas em comparação aos programas feitos da nova maneira.

Isto não quer dizer que o Jornalismo sai perdendo. Não é isso. Existe, sim, um jeito engraçado de informar com qualidade. Temos como passar a informação sem fazer a pirâmide invertida. Aliás, o público jovem não quer saber de pirâmide invertida, mermão. A galera que assiste quer rir e se informar. A molecada vê TV segurando o iPad, cara.

Vamos deixar a inverted pyramid (teoria desenvolvida há mais de 100 anos) para os (daqui a poucos extintos) jornais.

Percebeu que as suas máquinas de beta já se transformaram nas Final Cut? Cara, e faz tempo!

Por que a nova tecnologia pode entrar no Jornalismo e o novo conceito não?

Sabe, às vezes, nós passamos do limite e exageramos na brincadeira. Eu concordo. E é aí que você entra, monstro da redação. Você precisa dar esses toques, sugerir o que não fazer e dosar nossa falta de noção. Você precisa ser um chefe da hora. Já existem muitos exemplos de caras que entraram nessa onda e se dão muito bem. Não precisa sentar na ilha de edição e fazer tudo sozinho. Queremos que você sente ao nosso lado e nos ajude, com a sua experiência, a fazer Jornalismo utilizando nossa criatividade.

Entre neste jogo que você também ganhará, assim como o novo telespectador. Afinal, esporte é diversão e Jornalismo é experiência.

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Álbum de figurinhas da Eurocopa 2012: fazer ou não fazer?

A capa é bonita, assim como o álbum todo

Eu me perguntei isto outro dia e resolvi começar a brincar de fazer o álbum da Euro 2012.

A competição deste ano será realizada na Polônia e na Ucrânia.

Infelizmente, por questões financeiras, eu tive que parar de comprar as figurinhas, que custam R$ 0,85 no pacote com cinco.

Mas a questão é? Vale a pena gastar dinheiro nesse álbum? Ao todo, são 540 figurinhas.

Enfim, vamos pensar!

São dois raciocínios.

1 – Se você está com grana, vale muito a pena! O álbum é sensacional nos quesitos informação, curiosidades, preciosidades e organização. É um álbum bonito e muito bem estruturado. Tem muita coisa legal que você vai se surpreender. Uma delas, por exemplo, são as páginas com fotos de todos os campeões da Euro. É muito show! Também gostei muito deles colocarem uma imagem de cada cidade, antes das fotos dos estádios.

A história deve ser sempre preservada

2 – Se está sem  grana, não vale, claro. Sentirá que está jogando dinheiro fora, porque vai parecer que algumas partes no álbum foram feitas para te roubar. Vou exemplificar: fizeram uma figurinha brilhante para cada país junto com os mascotes da competição, a foto de cada seleção foi ampliada, em relação ao álbum da Copa do Mundo de 2o10, e agora são necessárias quatro figurinhas para ver os jogadores posando para a tradicional foto antes da partida. E tem mais: cada seleção tem os seus três craques destacados em mais três figurinhas deles “in action” ou seja, em pé jogando bola. Para terminar, encheu o saco o exagero de figurinhas com os mascotes!

É quase um pacote inteiro para completar a foto da equipe

Haja figurinha dos mascotes!

Mesmo com lados positivos e negativos, vou tentar terminar o álbum, quando a situação financeira melhorar. O problema é achar gente pra trocar. Na firma, são duas ou três pessoas que estão fazendo também…

E aí, vai fazer o álbum? Já faz? Dá sua opinião!

Abração

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