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Felipão e a primeira convocação

Como jornalista esportivo, torcedor e amante de futebol, me sinto na obrigação de comentar (cornetar) a primeira convocação de Felipão.

São esses os jogadores que vão defender a Seleção Brasileira contra a Inglaterra, dia 6 de Fevereiro, no estádio de Wembley, em Londres:

Goleiros
Diego Alves (Valencia), Julio César (Queens Park Rangers)

Laterais
Daniel Alves (Barcelona), Adriano (Barcelona), Filipe Luis (Atlético de Madri)Zagueiros
Dante (Bayern de Munique), David Luiz (Chelsea), Leandro Castán (Roma), Miranda (Atlético de Madri)Volantes
Arouca (Santos), Hernanes (Lazio), Paulinho (Corinthians), Ramires (Chelsea)

Meias
Oscar (Chelsea) e Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG),

Atacantes
Neymar (Santos), Lucas (PSG), Luis Fabiano (São Paulo), Fred (Fluminense) e Hulk (Zenit)

Foi uma boa lista para um amistoso onde o técnico não poderá fazer grandes milagres, porque não terá tempo pra isso. Ele foi coerente na convocação de alguns jogadores (Fred, Luis Fabiano) e menos coerente na escolha de outros, como Hulk e o goleiro Diego Alves. Hulk poderia ser substituído por algum outro que tenha características semelhantes ao Neymar. E Diego Alves poderia ser trocado por Cavalieri, que sabemos que é melhor e está em alta. Felipão acertou muito na escolha dos volantes Paulinho, Ramires, Hernanes e Arouca.

A respeito de Ronaldinho Gaúcho, gostei. Acredito que o Felipão vai chegar nele e falar: “Bá, tchê, você já está na Copa e será o melhor jogador dela! Agora depende de você provar tudo isso! Vai lá e brilha”.

Nota 8,0 para essa convocação.

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Arquivado em Futebol

Corinthians, Palmeiras ou Bellucci? Bellucci, claro!

Às 22h45, a redação do BandSports parou para assistir ao tenista Thomaz Bellucci jogar contra o mito Roger Federer.

No mesmo momento, assistíamos também ao jogo do Corinthians e ao do Palmeiras. Como o futebol não estava empolgando, o Corinthians empatava com o Cruz Azul-ME e o Palmeiras sofria para fazer o segundo gol diante do pequeno Coruripe-AL, nossa atenção foi voltada aos últimos pontos do jogo válido pelo Masters 1000 de Indian Wells.

Depois de vencer o primeiro set, 6-3, Bellucci perdeu o segundo, 6-3 também, e foi para o terceiro e último podendo fazer história. Mas não fez. O brasileiro mais uma vez falhou diante de um grande adversário e perdeu a oportunidade de ser destaque no Brasil inteiro. Já imaginou que bacana seria ver o Bellucci em destaque?

Por que ele nunca vence?

O que acontece, hein, Bellucci?

 

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Arquivado em Tênis

Próximos jogos da Seleção Brasileira

Depois da vitória suada diante da Bósnia, por 2 a 1, a Seleção Brasileira tem neste ano cinco jogos confirmados até agora.

Os confrontos devem ser preparatórios para os Jogos Olímpicos de Londres, que começam no dia 27 de julho. 

 26/05 – Brasil x Dinamarca – Hamburgo, Alemanha

30/05 – Brasil x Estados Unidos – Landover, EUA

03/06 – Brasil x México – Dallas, EUA

09/06 – Brasil x Argentina – New Jersey, EUA

Ou seja, a Seleção ficará sem nenhum jogo do dia 09 de junho até 27 de julho? Exatamente, e apenas ficará concentrada treinando…

Enfim, depois das Olimpíadas:

15/08 – Suécia x Brasil – Estocolmo, Suécia 

E, claro, você não vai ter a chance de assistir aos jogos aqui no Brasil. 

A Seleção Nacional é internacional.

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Arquivado em Futebol, Londres 2012

GuIgO NewS entrevista: Fofão

Nesta semana, a entrevistada do blog é a levantadora Hélia Rogério de Souza Pinto, a Fofão, ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, e atualmente comentarista de vôlei no canal BandSports. Mas não pense que Fofão parou de jogar, não!  Mesmo aos 41 anos, ela só está esperando chegar uma proposta que valha a pena. De acordo com ela, o corpo ainda aguenta e não é hora de se aposentar.

Confira a abaixo a nossa conversa:

GuIgO NewS – Fofão, você teve uma passagem vitoriosa pelo Fenerbahçe, da Turquia. Por que quis sair de lá?

Fofão – Lá na Turquia eu ia ser levantadora junto com a Naz (Aydemir, levantadora de 21 anos), que é jovem, titular da Seleção Turca, e eles queriam que ela aprendesse também e que melhorasse o voleibol dela. E o Zé pediu que eu fosse. Acontece que lá a regra era de apenas três estrangeiras no time e agora só podem jogar duas. Aí eu resolvi voltar para o Brasil, porque eu tinha algumas propostas que estavam quase certo.

O Fenerbahçe, da Turquia, foi o décimo quarto clube da jogadora

GN – Que times que fizeram proposta?

Fofão – Não posso falar, desculpa…

GN – Mas aqui no Brasil você tem propostas de clubes de ponta?

Fofão – Sim, no Brasil, tem quatro times que investem bem. Eu tive proposta de dois desses times, mas as coisas não aconteceram. Depois eu também recebi propostas de times com jogadoras mais jovens, mas eram de times que não tinham objetivo de estar entre os quatro primeiros. E eu ainda tenho o objetivo de jogar em um time forte. Não posso jogar em uma equipe que não tenha o mesmo objetivo que eu.

GN – Mas você ainda estuda essas propostas?

Fofão – Não, não… Essas eu já descartei. Eu só vou saber agora o que vai rolar, quando acabar a Superliga ou em Março e Abril, que é quando as equipes voltam a procurar jogadoras.

GN – A ideia, então, não é aposentar agora, mas sim esperar a proposta de um clube de ponta?

Fofão – Essa intenção de parar de jogar aparece quando você tem uma lesão, que te impede de fazer seu melhor… Ou você não se sente com condições de acompanhar as outras jogadoras. Eu não me vejo em nenhuma dessas situações. Eu me vejo hoje muito bem, sem nenhum tipo de lesão. Os problemas que eu tinha joelho eu já tratei. Então, eu ainda tenho condições de jogar um voleibol bacana, sabe? Não é o momento de pensar em parar.

GN – Você começa a trabalhar também como comentarista na televisão. É esse seu objetivo depois de se aposentar ou pensa em trabalhar com outra coisa?

Fofão – Essa coisa de comentarista está muito bacana pra mim, já que estou parada, tenho bastante tempo e estou à disposição. E é mais legal ainda porque você comenta algo que conhece e já viveu. Pra mim fica muito fácil. Mas eu quero mesmo estar envolvida de alguma forma com o voleibol. Ou seja na parte administrativa ou na organização.

GN – E o cargo de técnico te interessa?

Fofão – Eu gostaria de ter essa experiência, mas começar devagar, e ter a oportunidade de trabalhar junto com um técnico em algum clube. Acontece que é diferente ser jogadora e ser comandante de um time. E eu gostaria de estar junto com alguém que possa me ensinar e mostrar como funciona esse outro lado.

(Matéria do meu amigo Thiago Kansler, que foi ao ar no fim do ano passado e conta um pouquinho mais da trajetória de Fofão…Só uma correção no texto do âncora, ela jogava na Turquia, não na Itália)

GN – É mas agora vamos pensar em você continuar jogando, né? Que venha uma proposta legal pra você…

Fofão – É… uma coisa por vez. (risos) Não vamos pular etapas.

GN – Qual é a grande diferença de jogar em clubes de vôlei do exterior e jogar aqui no Brasil? Além da financeira, claro.

Fofão – A diferença que eu sinto do voleibol de fora do Brasil é a quantidade de jogadoras estrangeiras. Você joga com jogadoras de todas as partes do mundo e isso dá uma diferença muito grande. E quando eu fui para a Itália, era uma época que o esporte lá estava no auge e eu joguei com as melhores jogadoras do mundo. Com as melhores de cada seleção. E isso faz você evoluir muito. Além de você ter uma responsabilidade maior. Se o Brasil conseguisse trazer essas estrangeiras, acho que valorizaria muito o voleibol do Brasil.

GN – Você tem 1,73m de altura, o que é pouco para o vôlei. Por causa disso, você fazia algo de diferente nos treinos? A baixinha precisa treinar algo que as colegas não treinam?

Fofão – Eu sou baixinha e o que eu mais detesto é treinar bloqueio, porque preciso fazer muito esforço. Como somos menores, o pessoal explora mais o nosso lado da quadra. E eu sabia que as bolas viriam na minha direção. Então eu procurava melhorar mais o lado técnico e posicionamento de mão. Se eu conseguisse ter um tempo de bola, ajudaria mais o bloqueio.

GN – Fisicamente tem uma mudança de treinamento em relação às jogadoras altas?

Fofão – Não tem diferença, não. Acho que é mais a parte técnica mesmo.

Mesmo com 1,73m, Fofão tentava e muitas vezes conseguia se destacar entre as companheiras

GN – Você encerrou a passagem pela Seleção Brasileira. Vai, fala sério, às vezes dá vontade de voltar?

Fofão – Eu deixei uma história muito bonita lá. Eu terminei no auge do meu voleibol. Nunca me senti tão bem, como eu me senti naquela Olimpíada. Fomos medalha de ouro, sobrando em quadra. Eu nunca imaginaria jogar os Jogos Olímpicos com 38 anos e da maneira como joguei. Fica aquela saudade, mas só isso fica. Foi uma decisão muito bem pensada.  Quando eu me desliguei, foi incrível, porque eu não sinto saudade de voltar. Sinto falta da convivência com as meninas, porque é bem legal, mas só isso mesmo.

Com 38 anos, ela chegou ao auge da carreira ao ajudar o Brasil a ser medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

GN – Estamos em ano olímpico e você foi medalha de ouro em 2008, lá em Pequim. O que a seleção de 2012 precisa ter de diferencial para repetir o feito de quatro anos atrás?

Fofão – Eu acho que elas têm uma responsabilidade grande, por serem as atuais campeãs. Todos estão estudando a Seleção Brasileira. E elas vão precisar ter união no grupo. Acho que serão jogos muito difíceis para o Brasil. Mas temos um conjunto muito forte, uma união, que ninguém tem. Se o grupo estiver unido, esse será o diferencial.

GN – Quais são os países que o Brasil precisa tomar cuidado?

Fofão – Os Estados Unidos, que o Brasil está com dificuldades de vencer. Eles nos estudam muito e sabem nos marcar. Acho que a Itália, que é muito competente. Esses dois são os que vêm na cabeça agora e que temos que ter muita atenção.

GN – Você trabalhou com os dois maiores técnicos da história da seleção: José Roberto Guimarães e Bernardinho. Qual a diferença entre eles?

Fofão – A minha história com cada um foi muito boa. Os dois são excelentes, sabem lidar com o atleta. O Bernardinho é mais exigente com o jogador e o Zé não é tanto.

GN – Tem o seu favorito entre os dois?

Fofão – Eu me dou bem com eles. Tem uma ordem pra mim, primeiro o Zé, depois o Bernardinho, mas os dois são fantásticos.

GN – Eu li no seu site que se não fosse jogadora de vôlei, você seria fisioterapeuta.

Fofão – (risos) Foi uma fase isso, foi uma fase. (risos)

GN – Mas por quê? Você pensa em fazer faculdade depois?

Fofão – Foi uma época que convivia muito com os fisioterapeutas e eu tinha vontade, mas depois eu comecei a conhecer melhor e vi que eu não levava jeito. Futuramente eu quero voltar a estudar, sim.

Depois de levar tantos troféus pra casa, Fofão pensa agora em colocar um diploma de faculdade na parede

GN – Já sabe o que vai estudar?

Fofão – Ah… Eu quero fazer Gestão Esportiva, Marketing Esportivo, algo assim. Não precisa ser voltado ao voleibol.

GN – Você sempre foi muito ocupada com o vôlei. Por isso não teve filhos?

Fofão – Com certeza. Eu dei muita prioridade ao voleibol. Quando eu casei, eu conversei com o meu marido e expliquei que enquanto desse, eu ia me dedicar ao voleibol. Quando você coloca o vôlei na frente de tudo na sua vida, não tem como ter um filho e querer entrar em quadra. Pra mulher é complicado, porque desvia do foco. E o meu foco  era o voleibol. Mas agora, com mais calma, com mais tempo, apesar de não poder esperar muito, porque a idade complica, se eu engravidar, vou ficar muito feliz.

GN – Recado dado ao maridão que está aqui do lado…

Fofão – (risos) É… pode chegar o Fofinho! (risos)

GN – Se for Fofinho ou Fofinha, o voleibol vai estar no DNA…

Fofão – Não sei, mas eu ia ficar muito feliz. Vai ter esporte na veia. Mas a chance é grande, porque já vai estar no meio. Vai ver fita, foto…As amizades são todas do meio…Ele vai ser influenciado indiretamente, não vai ter jeito.

GN – Para terminar, qual o segredo de tanto sucesso e tantos títulos?

Fofão – Eu fui extremamente profissional. Sempre me cuidei muito, fui muito exigente comigo mesma. Queria melhorar a cada, nunca estava satisfeita com o que eu fazia. Fui muito dedicada e isso faz uma diferença. Quando você passa a ser jogadora de seleção, a responsabilidade é maior ainda. Eu queria sempre mais. Nós não podemos achar que sabemos tudo. Mas graças a Deus eu consegui ser a melhor por vários anos seguidos. Sempre com muito trabalho e dedicação. Sempre que eu entro em quadra é com muito amor, muito respeito.

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Tiraram a tarja e colocaram a manga zoada

Neymar e Ganso foram os manequins da Nike. Adorei o sorri$$o do Neymar

Finalmente a Nike tirou aquela tarja ridícula que havia na camisa da Seleção Brasileira. Em compensação, a parte de cima do uniforme tem agora uma manga bem zoada. Por que aumentaram a barra da manga da camisa!?!? É mais bonito? ¬¬’

Custa fazer uma camisa normal? Sem frescuras, dona Nike? Quando vemos os uniformes das seleções patrocinadas pela Adidas, por exemplo, dá até inveja. São muito mais bonitos! Mas muito mais!

E você? O que achou?

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Copa do Mundo Paraolímpica agita a Inglaterra

E teremos o verde e amarelo competindo entre os favoritos. O campeão paraolímpico André Brasil competirá nos 200m medley, na categoria S10. Nessa prova ele conseguiu a medalha de prata, ano passado, nas Paraolimpíadas de Pequim. O ouro ficou com o australiano Rick Pandleton. O último lugar do pódio foi de um grande amigo de André, o canadense Benoit Huot.

A nossa torcida será para que André vença Pandleton, porque, segundo o site da Copa do Mundo, Huot não está presente – não foi convidado.

André Brasil embarca hoje para Inglaterra

André Brasil embarca hoje para Inglaterra

Prata pra casa

E já teve medalha brasileira na Copa. Soelito Gohr conquistou a prata no ciclismo – na prova de perseguição de 4 km.

VIP

A competição, entretanto, tem uma falha: é só para convidados. Os convidados, aliás, não são escolhidos por causa de bondade dos organizadores, mas sim devido às categorias que estão presentes na Copa. Faz parte, ué. Daniel Dias, por exemplo, venceu oito medalhas de ouro em Pequim, mas como a categoria dele não está presente, não foi.

Cabe a nós torcermos pelos brasileiros!!!

GuIgO NewS tentará informar a todos sobre os detalhes da competição.

 

Um abraço.

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Dentinho diz que não sabe de nada sobre a Juventus

Em seu blog, o atacante Dentinho admitiu que não sabe de nada sobre a proposta que a Juventus faria para tê-lo na Itália.

“(…) queria só deixar claro para os torcedores e as pessoas que gostam de mim que não sei de nada ainda, são apenas boatos. Claro que fico feliz de ver meu nome associado a um grande time como a Juventus. Mas no momento estou focado aqui na seleção, e no Corinthians também.

Tenho contrato com o clube até 2012 e não chegou até agora nenhuma proposta oficial. Por isso, estou tranquilo!”

Um abraço.

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